VITÓRIA DO MEARIM – Briga política coloca saúde humana em segundo plano



A luta pela saúde de um paciente levado de Vitória do Mearim para tratamento em São Luís gerou confusão e acusações aos envolvidos. Segundo desabafo dos acusados, as motivações são políticas. O blog republica cartas recebidas. Veja abaixo.

“AS CONSEQUÊNCIAS DOS MEUS ATOS

Eu já sabia que a vinda de Cirineu para São Luís, em busca de tratamento médico, traria muitas dores de cabeça para mim e para meu filho José Lourival, não pelo trabalho que ele poderia me dar, mas, pelas difamações e chateações que sua família traria à minha vida.
As difamações que foram lançadas contra mim e contra meu filho são próprias de quem as lançou. Ou ela não sabe que eu conheço o seu comportamento como mulher?
Meu filho foi ameaçado de morte por um agregado de D. Iolanda. E o que foi que ela disse? Nada.
Felizmente, esse agregado ficou logo sabendo que meu filho José Lourival tem pai e que qualquer ofensa que ele venha a receber, será paga na mesma moeda, custe o que custar.
Tudo isto aconteceu porque o tratamento de Cirineu tem consequência políticas negativas para Almir Coêlho, que decidiu prontamente sobre a indiferença e o abandono em que o irmão vivia, tomando altas dosagens de medicamentos para as suas dores, sem prescrição e sem os cuidados que qualquer pessoa necessita ter quando enferma.
Almir Coêlho sabia que o irmão não estava dramatizando seu caso, como ele mesmo afirmava, e os que o ajudaram não estavam querendo ocupar o seu lugar na política, apenas praticarem um ato de caridade humana.
Por este motivo fomos tratados de forma agressiva, com desrespeito por aqueles que sobejam o poder. Mas nem por isto deixei de receber Cirineu em minha casa e de leva-lo a fazer procedimento médico no Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão e de ser consultado por médico psiquiatra.
Tenho todos os laudos médicos da sua entrada no hospital e da sua saída, como tenho também os resultados das avaliações e as notas de compras dos medicamentos que ele vem tomando para curar a infecção óssea, infelizmente e quase que tardiamente detectada, o que adiou a cirurgia para colocação de próteses.
Todos os vitorienses sabem que Cirineu vivia ultimamente pedindo carona e dinheiro para conhecidos e desconhecidos. Já quase não andava e não tinha uma conversa aplumada com ninguém. Comumente, seus assuntos prediletos eram futebol e música.
Os seus familiares sabem que ele teve, quando criança, uma febre reumática; que ele tinha problemas psicológicos, chegando a apresentar uma redução do cérebro pelo uso exagerado do fumo, o que vem se agravando com o passar dos dias.
Em minha casa ele nunca foi tratado com indiferença. Ele foi ao supermercado, à praia, aos treinos do Maranhão Atlético Clube, ao casamento da minha filha, passeou pela orla marítima de São Luís, se alimentava bem, chegando a melhorar bastante a sua aparência física.
Ele não vivia desprezado. Todos nós, inclusive meu marido, tínhamos por ele o carinho e a atenção que lhe faltaram de quase todos os irmãos, exceção feita a Arimatea, que lhe deu todo o suporte, e Amparo Coêlho, que o ajudou financeiramente em tudo que ele necessitava.
Todos os vitorienses sabem que os irmãos negaram-lhe ajuda quando ele mais precisava inclusive de transporte, obrigando a Dra. Amparo Coêlho, que mora em Parnaíba, no Piauí, a pagar, por diversas vezes, um taxi para transportá-lo para esta capital e a fazer todas as despesas com ele.
Esses que abandonaram o irmão aos caprichos do destino e à sua própria dor, depois que promoveram, na minha casa, verdadeira baderna, conseguiram o que queriam: arrastá-lo de volta para Vitória do Mearim, após agravarem o seu estado de saúde, chamando-o de “bandido”, “ordinário” e de ameaça-lo não mais recebê-lo no casarão da própria mãe, provavelmente para ter a mesma vida que ele tinha ali, sendo tratado como se não fosse da própria família.
As agressões que sofri e que venho sofrendo por parte de Gardênia Coêlho, que mais parece ser uma pessoa desequilibrada, sem amor e sem compaixão, que não respeita aos outros e que está completamente iludida com o “cargo importante” que exerce em Vitória do Mearim, eu as entrego a Deus.
A responsabilidade com Cirineu Coêlho, também.
Entrego a Deus a responsabilidade que meu filho, José Lourival, por muito gostar do tio, passou-me depois de muito me pedir que o ajudássemos com a sua operação, já que tenho amigos no Hospital de Traumatologia e Ortopedia do Maranhão.
Deus dará a recompensa a quem merecer. E, aos que o abandonaram, os levarão, também, ao esquecimento e ao abandono a que tanto merecem.
No áudio abaixo, uma prova de desrespeito e da violência das senhoras Gardênia, Kenia e Iolanda Coelho, quando estiveram em minha residência, em São Luís.

Sâmia Teresa P. da Silva”




Em Tempo: A redação e o conteúdo dos desabafos são de autoria e responsabilidade dos autores. O blog deixa aberto espaço para a versão de todos os envolvidos


Comentários

  1. Certa vez me disseram que dinheiro e poder não são para todos, isso é fato, a prova está nessa matéria pública neste blog, onde mostra o desrespeito, e a falta de amor ao proximo e sobre tudo à aqueles que tentam fazer o bem.

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  2. Dinheiro e poder a destruição do homem...🤦🏽‍♂🤦🏽‍♂🤦🏽‍♂

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